O MELHOR DA TRADIÇÃO AÇORIANA

Onde podemos observar e experimentar toda a evolução da cultura gastronomica e civilizacional dos Açores.

Alojamento


Ao visitante que venha viver connosco é oferecida a verdadeira ambiência de uma casa rural Terceirense. Nestas casas pretende-se repor com rigor um ambiente autêntico, a começar pela construção e mobiliário do mais genuíno e da maior qualidade, fruto de um trabalho de pesquisa e levantamento dos saberes tradicionais de arquitectura, decoração e restantes equipamentos desde os primórdios, sem descrição os mais modernos requintes de conforto, posto á disposição do utilizador. É ainda dada a oportunidade de mostrar tanto as fainas rurais como as artes e ofícios tradicionais ainda existentes.
Os alojamentos postos à disposição, distribuídos por várias casas são cada um por si, diferentes, exemplos do que melhor se encontrou em mobiliário e decoração feitos nesta Ilha nos últimos quatro séculos, abrangendo tipologias desde o povoamento até ao século passado, casas licenciadas pela Direcção Regional de Turismo que estão integradas como uma pequena aldeia.

Segue-se a Descrição de algumas casas que ajudam a compreender a evolução da habitação ao longo dos séculos nos Açores e que permitem analisar o conjunto de ofertas para fazer uma escolha mais acertada para as suas expectativas ambições e desejos:
- Quinta do Martelo - Turismo Rural com uma casa com seis quartos e outra com quatro quartos com casa de banho privativa.
- Casas de Campo - "Casa do Povoador" e "Casa dos Velhotes" com sala de entrada, quarto de dormir, cozinha e casa de banho, e a "Casa do Quinteiro"
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Casa do Povoador


Atendendo que esta é uma reconstituição duma casa dos primeiros povoadores, ela está equipada com um conjunto de peças de utilização e decorativas de acordo com a época que é interessante notar.

Assim chamamos a sua atenção para :
Na casa primitiva os quatros cantos da casa; no de cozinhar o lugar do lume muito primitivo ainda sem forno e a pedra que servia até para fazer pão, o pequeno estendal de roupa para as emergências e as sobras do braseiro que tinham várias utilidades; canto de comer onde a mesa e bancos primitivos feitos em cedro do mato "juniprus brevifolia" com técnicas artesanais primitivas de construção; canto de dormir com a primitiva cama em materiais improvisados da época, com panos feitos de sobras de linho e coberta de lã de confecção manual; canto de guardar com a caixa de madeira que servia para guardar tudo, até cereais, notando-se ainda o talhão da água e as salgadeiras.
Podemos ainda ver algumas peças de utilização da época tais como: a candeia a óleo, o equipamento de pesca, as várias ferramentas para o dia-a-dia, o moinho manual, a mecha de acender, os poucos utensílios de cozinha e outros pormenores.
A porta de acesso ao resto da casa é, de facto, uma estrutura utilizada como base de cama para os filhos e que era encostada a uma parede dada a falta de espaço.
Entrando na zona nova é de notar o mobiliário do quarto todo construído em madeiras endémicas com desenho e técnica tradicionais da Ilha Terceira.
Para conforto e comunidade nessa época já existiam mantas de lã feitas em tear manual e todos os outros acessórios são também tradicionais. Até para conforto da alma se encontra um crucifixo rústico.
Todos os restantes equipamentos de cozinha, casa de banho e restantes acessórios necessários ao conforto actual são assumidamente modernos.

Casa dos Velhotes

Atendendo que esta é uma reconstituição duma casa do Séc.XVI a que chamamos "Casa dos Velhotes" pela tradição ela está equipada com um conjunto de peças que é interessante notar.
Assim chamamos a sua atenção para:
Ao entrar da porta nota-se imediatamente um tabique primitivo, feito em cana que dá alguma privacidade à área de dormir equipada com cama da época, que permite zona de arrumos por baixo e objectos de utilização referentes à época.
Na divisão onde se entra, que é, de facto, uma cozinha pode-se notar a chaminé com forno e fogão ainda primitiva e com chapa de pedra precursora das chapas de ferro.
Nesta casa e comparativamente à casas dos primeiros povoadores já se pode notar alguma preocupação com o mobiliário e equipamento, com vestígios do que seria, mais tarde, considerado uma mobília.
Podemos chamar a atenção para alguns pormenores como os artefactos utilizados antigamente para cozinhar, comer, guardar, fazer as lides domésticas, a caça a pesca e trabalhos rurais.
Para conforto e comunidade, pois nessa época já existiam mantas de lã das suas ovelhas e de linho cultivado produzidas em tear manual e todos acessórios são também tradicionais.
Até para conforto da alma se encontra um crucifixo artesanal.
Todos os restantes equipamentos de cozinha, casa de banho e restantes acessórios necessários ao conforto actual são assumidamente modernos.
O pequeno almoço incluído nos preços por nós praticados tem algumas características especiais.
Aos nossos clientes é servida uma pequena refeição tradicional como os nossos ancestrais usavam ao inicio da manhã constituída por todos os produtos habituais num pequeno almoço continental mas com géneros de origem biológica na sua maior parte produzidos na Quinta e enriquecido com um conjunto de ofertas tais como: o mel de abelha (da Quinta), manteiga e vários queijos dos mais significativos da Região de fornecedores reconhecidos e tratados com "cura" na Quinta por métodos antigos, doces e compotas de nossa produção, vários tipos de pão tradicional, frutas da época e os produtos que, actualmente, são considerados necessários para uma saudável primeira refeição do dia, tais como fibras, iogurtes, ou outro produto a que o cliente demonstre desejo.

Casa do Meio


Outro exemplo do que foi a evolução das nossas casas rurais nesta Ilha Terceira.
Começa por uma casa de três cómodos constituída por cozinha, meio da casa e quarto.
Desta família surgiram necessidades novas com o aumento do agregado o que levou a que o meio da casa assumisse várias utilidades tais como arrecadação e trabalho, também local de dormida para jovens filhos e se tornasse, com o tempo, insuficiente. Cresceu o aproveitamento do sótão.
Com uma construção de prolongamento do telhado utilizando os desníveis e fazendo crescer a cobertura ganha-se um espaço onde, roubado ao quintal e que juntando paredes, se criam quatro novos quartos mantendo a cozinha polivalente pois também já é insuficiente e passa a utilização de estar, ASCansar e comer para o antigo meio da casa, não ASCaracterizando a fachada principal para o lado da rua.
Quando foi feita a reabilitação da casa para a actual finalidade houve a preocupação de adaptar ao espaço modernas casas de banho, mobílias a condizer com a velha ocupação e todos os dispositivos de conforto indispensáveis à unidade de turismo em espaço rural premiada e reconhecida pela sua qualidade.

Casa do Quinteiro


Casadoquinteiro.com
Mais um dos exemplares históiricos do empreendimento de turismo em espaço rural Quinta do Martelo
Esta casa foi, na sua origem, a primeira casa do quinteiro da propriedade.
De facto, no seu início, à época do período da laranja, ela começou por ser um armazém de fruta, posteriormente adaptada a casa do quinteiro.
A adaptação para que o ou os trabalhadores que aqui tinham necessidade de pernoitar deram razão para juntar algumas caixas das laranjas e improvisarem camas para dormir.
Por isso aparece o primeiro quarto onde até a janela para a Canada era, de facto, pela tipificação da pedra e da construção envolvente, uma porta que permitia ASCarregar fruta directamente para a rua, tendo sido aplicado um varandim desmontável para segurança.
Nesta zona podemos verificar características de simplicidade tais como formas artesanais de tabique e forro (casa de trabalho) e os utensílios que ali existiam e por lá ficavam.
Ao longo da história da quinta sofreu outras remodelações, nomeadamente a adaptação a melhores condições de habitabilidade para que o senhorio viesse aqui passar alguns
dias como refugio de campo e desta fase de transformação nota-se imediatamente o aparecimento de um quarto com mobília mais elaborada embora não muito rica que para ali foi enviada pelo senhorio, à custa de peças fora de uso da sua casa de cidade, para ter conforto nos seus ASCansos de veraneio.
Também se podem notar alguns melhores cuidados nas divisórias e isolamentos.
Aconteceu ter passado a casa de habitação do quinteiro que, mais tarde, a adquire quando a quinta deixa de ter o interesse da produção de laranja e aquele transforma as produções da quinta, passando a ser um pequeno proprietário agrícola e iniciando um conjunto de produções agrícolo-pecuàrias para consumo próprio e, com o excedente, conseguir a auto-suficiência. Algumas paredes interiores foram, na origem, paredes mestras do limite da casa reconvertidas, dado o crescimento da mesma, fosse por necessidade de adaptar o espaço a casa de férias do Senhor Proprietário, quer após a compra pelo Quinteiro, que sentiu novas necessidades pelo crescimento da família. Estes vestígios levaram-nos a um reajustamento de todas as divisões que permitem o entendimento da história desta casa e que, bem vistas as coisas, até serve melhor o destino para que está vocacionado.
Pelas gerações fora e com o crescimento da família, ele teve necessidade de criar um conjunto de equipamentos para dar resposta às necessidades que iam aparecendo.
Chegou mesmo a construir o seu forno, a fazer a sua cozinha, a fazer a sua pequena arrecadação, a denominada dispensa, utilizando o desnível do terreno, enfim, a criar as possibilidades de sobrevivência numa terra muitas vezes mais madrasta que mãe.
Na verdade este é o honesto espírito de tipificação da casa de campo baseada na história que envolve todo o conceito de turismo rural.
Como é evidente existem partes desta casa que mudaram de utilização e foram assumidos como necessidade para o conforto de quem venha a ocupar as instalações embora respeitando toda a metodologia da separação de espaços com base nos vestígios encontrados.
Todos os equipamentos modernos são assumidos e estão sem interferência na história da evolução da casa, não deixando de ser um apontamento da evolução moderna que dá resposta às novas necessidades de conforto, higiene e bem-estar e que, neste momento, oferece três quartos de cama, duas casas de banho, cozinha tradicional, outra cozinha com todos os equipamentos, sala de convívio (com um sofá cama), quintal (mini horta ecológica) e acesso a todas as ofertas da Quinta do Martelo.
Da forma como este projecto tem vindo a ser desenvolvido por certo provocará sobre a evolução das coisas e as necessidades do homem ao longo do tempo com alguns saltos impossíveis de colmatar ano a ano mas como está feito compreende-se a evolução dos séculos.
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ALOJAMENTO
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